TJPE lança projeto piloto com a Ernst & Young com apoio da OAB-PE

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Um projeto pioneiro do Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE) para otimizar a prestação jurisdicional foi lançado nesta terça-feira (24) na 3ª Vara Cível de Olinda. Com apoio da OAB Pernambuco e da Caixa de Assistência dos Advogados de Pernambuco (CAAPE), a empresa de consultoria Ernst & Young (EY), uma das quatro maiores do mundo, irá realizar um diagnóstico da situação da unidade judiciária e traçar um plano de ação para melhoria da performance. O objetivo principal do projeto piloto é identificar oportunidades de melhoria nas atividades rotineiras, com foco na otimização de processos e monitoramento de resultados. A proposta é disseminar as medidas adotadas em outras unidades judiciárias.

O juiz da 3ª Vara Cível de Olinda, Rafael Medeiros, e os servidores Rosallyn Coimbra, Jamenson Câmara, Adilson Leandro Jr. e Wennigta Jansen receberam o presidente do TJPE, desembargador Leopoldo Raposo, e o presidente da OAB-PE, Ronnie Duarte, que reforçaram a importância da iniciativa. “Esse projeto, que é um método moderno que visa desenvolver eficiência e produtividade, definindo normas de procedimentos e rotinas, encontra nesta unidade jurídica um campo muito propício para obter bons resultados”, pontuou o presidente do TJPE. “Nós só temos a agradecer essa parceria com a OAB Pernambuco, pois o judiciário só tem a ganhar”, acrescentou.

O juiz Rafael Medeiros garantiu o comprometimento do quadro de funcionários. “A equipe toda abraçou a ideia desde o início. Tenho plena convicção de que vai ser muito importante”, ressaltou.

Nesta primeira fase, que deve durar cerca de um mês, a empresa de consultoria irá diagnosticar os processos críticos e principais oportunidades de melhoria. Em seguida, as ações de melhoria de performance serão implementadas, os procedimentos serão remodelados e os resultados serão acompanhados mensalmente durante aproximadamente seis meses.

“A contratação uma consultoria de ponta para aumentar a produtividade e otimizar o tempo certamente trará resultados positivos”, destacou Ronnie Duarte.

“Esperamos que as técnicas de gestão, normalmente usadas na iniciativa privada, mapeando procedimentos e desenvolvendo a capacitação das pessoas, possa ser implementada no poder judiciário de forma positiva”, disse o coordenador do projeto, Aluísio Xavier Filho.