Após dois dias de júri, assassinos da advogada Severina Natalícia foram condenados

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Sempre comprometida com temas que tocam à advocacia, a OAB Pernambuco, por meio da Comissão de Defesa, Assistência e Prerrogativas (CDAP), esteve presente durante todo o júri popular em que culminou, neste sábado (30), na condenação dos três acusados Jaermerson Jacinto, Jaemerson de Assis Pereira e Valdomiro Francisco, pelo homicídio da advogada Severina Natalícia, em novembro de 2013. Às penas decretadas pelo 4º Tribunal do Júri do Recife foram de 22 anos para Jaermerson Jacinto e Valdomiro Francisco, e de 24 anos para Jaemerson de Assis Pereira.

“A atuação da CDAP na assistência do Ministério Público se deu não só em defesa da memória profissional da advogada vítima desse crime brutal, que foi praticado por ela simplesmente exercer a advocacia, mas também em prol da dignidade de toda a classe. Fez-se justiça”, reforça o presidente da CDAP, Carlos Barros.

Além da diretoria da OAB-PE e CDAP, a comitiva da OAB Caruaru também esteve presente, tendo à frente, o presidente Fernando Santos Júnior, e o presidente da CDAP Caruaru, Elmo Monteiro.

Relembre o caso – A acusação apontou que os três acusados participaram diretamente do crime. Jaemerson Jacinto Pereira, o Jajá da Academia, teria interesse pessoal e financeiro no assassinato da advogada por ela estar à frente de uma causa previdenciária que discutia uma pensão por morte deixada pelo pai do acusado.

Jaemerson de Assis Pereira, o Jajá Galego, teria auxiliado conduzindo o veículo e fornecendo “os meios necessários para que o delito se consumasse”. E Valdomiro Francisco dos Santos, o Cabo Valdomiro, é apontado como autor dos disparos que matou a advogada. Os três, em seguida, buscaram ocultar o corpo tentando carbonizá-lo.