Colégio de diretores-tesoureiros da OAB discute desafios e boas práticas de gestão

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Eugênio Novaes/CFOAB

Do site do CFOAB

O diretor-tesoureiro da OAB nacional, José Augusto de Araújo Noronha, abriu o segundo Colégio de Diretores-Tesoureiros dos Conselhos Seccionais que tratou da responsabilidade fiscal e melhoria dos sistemas de gestão. O representante da seccional pernambucana, o diretor-tesoureiro Frederico Duarte, participou do encontro que aconteceu nesta quarta-feira (21), no plenário da sede da Ordem, em Brasília.

Os dirigentes falaram sobre os desafios de equilibrar as contas, combater a inadimplência e criar novas fontes de receitas. As boas práticas adotadas pelas tesourarias das seccionais também foram compartilhadas. Todo o trabalho está voltado para o cumprimento do provimento 185/18 que dispõe sobre as regras de gestão do sistema OAB, incluindo-se a aderência aos fundamentos de responsabilidade fiscal, o desenvolvimento do capital humano, a tecnologia da informação e a transparência.

“Temos um grupo muito qualificado de tesoureiros em todo o Brasil que estão compenetrados em fazer o melhor trabalho em prol da gestão e transparência de todo sistema OAB. Estamos ouvindo depoimentos muito importantes sobre a aplicação do provimento 185, a melhoria das regras de governança e a revisão de muitos contratos que tem gerado efetivamente um ganho para toda a advocacia brasileira. Ao final deste evento teremos um grande e enriquecedor resultado para que cada seccional possa ter uma aplicação melhor dos recursos de cada advogado brasileiro. Nós pretendemos ter uma OAB cada vez melhor para que cada advogado possa se orgulhar da nossa instituição”, afirmou Noronha.

O diretor-tesoureiro de Pernambuco, Frederico Duarte, entre suas contribuições no encontro, narrou as providências adotadas na seccional, como o ajuizamento de quase 2.000 execuções no mês de janeiro, a economia proporcionada com a suspensão do envio de boletos e disponibilização deles apenas no site e o programa Advocacia Legal 2019 com site para pagamento on-line. “Visando solucionar problemas, sugeri o aperfeiçoamento dos dados através da a integração de dados existentes na base de dados da OAB/PE com a dos Tribunais, a importação de informações da autoridade certificadora da OAB (AC-OAB) e a celebração de convênio com a Receita Federal do Brasil e INSS para identificar advogados falecidos”, comentou Fred Duarte.