OAB-PE inicia ato nacional em defesa do exame de ordem

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A OAB Pernambuco deu a largada a um movimento nacional em defesa do exame de ordem. A seccional pernambucana promoveu, na sexta-feira (26), o Ato em Defesa do Exame de Ordem comandado pelo presidente da OAB-PE, Bruno Baptista, e pela vice-presidente, Ingrid Zanella, e que contou com as presenças da diretoria da Ordem pernambucana, do secretário-geral do Conselho Federal da Ordem, José Alberto Simonetti, do presidente da Comissão Nacional do Exame de Ordem, Marco Aurélio Choy, além de conselheiros federais e seccionais, de representantes de comissões, advogados e de estudantes de direito. O deputado federal Tadeu Alencar também se fez presente. Ao final do encontro, todos os participantes assinaram uma carta aberta em defesa do exame de ordem.

O ato será levado para outras seccionais, garantiu o secretário-geral do CFOAB, José Alberto Simonetti. “A OAB pernambucana está de parabéns por esta iniciativa, que conta com o apoio do Conselho Federal, e nós vamos levar esse projeto para percorrer as seccionais. É de suma importância a defesa do exame de ordem neste momento”, afirmou Simonetti.

A iniciativa surgiu como forma de preservar o mecanismo que garante o mínimo de qualificação para os interessados em exercer a advocacia, ante os movimentos que pregam a extinção do exame. Durante o evento, o presidente Bruno Baptista ressaltou que a prova é uma garantia para toda a sociedade de que os profissionais terão uma qualificação mínima para o exercício profissional.

“É um instrumento em defesa não só da advocacia, mas da sociedade. É importante que a advocacia se mantenha unida em defesa do exame de ordem, um instrumento que o Supremo já decidiu como constitucional”, afirmou.

A vice-presidente Ingrid Zanella, articuladora e organizadora do evento, reforçou o dever da OAB na defesa da qualidade dos serviços jurídicos oferecidos à sociedade. “O exame é de suficiência mínima, um balizador diante da grande oferta de cursos jurídicos. A OAB tem responsabilidade porque um profissional sem uma qualificação mínima pode colocar em risco bens e direitos de seu constituinte”.