Usuários do PJe podem agora anexar áudios às ações em tramitação no TJPE

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Com informações da Ascom do TJPE

Com a mudança, podem ser incluídos arquivos de áudio com tamanho de até 10 MB

Uma demanda da advocacia passou a ser realidade. O sistema do Processo Judicial eletrônico (PJe) agora permite que sejam incluídos arquivos de áudio para serem anexados às ações em tramitação do Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE). Com a mudança, podem ser incluídos arquivos de áudio com tamanho de até 10 MB, sendo permitidos os tipos mp3, mpeg, oga e vorbis. Além disso, a Secretaria de Tecnologia da Informação e Comunicação (Setic) efetuou um aumento de 1,5 MB para 3 MB no tamanho dos arquivos em PDF inseridos pelos usuários no sistema.

“A iniciativa atende à demanda crescente das partes e dos advogados para inclusão de áudios aos processos. Os usuários também não precisarão mais particionar os documentos anexados aos processos em arquivos de 1,5MB, permitindo a inclusão de um número menor de documentos no sistema”, explicou a secretária de Tecnologia da Informação e Comunicação do TJPE, Juliana Neiva. A novidade foi implantada, em caráter experimental, desde 3 de setembro e irá beneficiar cerca de 95 mil usuários cadastrados no sistema do PJe, sendo 554 magistrados, 6,9 mil servidores, 86 mil advogados e 1,8 mil procuradores.

Atualmente tramitam, no Judiciário estadual, cerca de 1,2 milhão de processos por via eletrônica. Presente em todas as comarcas do Estado, o PJe é utilizado nas varas únicas e cíveis do Interior, nas unidades cíveis de Família e Registro Civil, Fazenda e Sucessões, além das três Varas de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher da Capital, também na competência Cível, bem como na 2ª Instância.

Desenvolvido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) em parceria com os tribunais para a automação do Judiciário brasileiro, o PJe é um sistema eletrônico capaz de permitir a prática de atos processuais em todos os ramos do Judiciário (Federal, Estadual e do Trabalho). Foi lançado oficialmente em 21 de junho de 2011. Desde 3 de fevereiro de 2014, o CNJ está utilizando exclusivamente o PJe para o trâmite de novos processos.